Terminou na noite desta segunda-feira (31), o júri popular de Josué Viana, 29 anos, acusado de assassinar a companheira Márcia Anália Felizardo, 24 anos. O crime aconteceu na madrugada do dia 24 de abril de 2024 na residência onde o casal morava, no bairro Santa Tereza, em Parnamirim. O réu confessou ter praticado o crime e foi condenado a 19 anos de prisão em regime fechado.
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O julgamento aconteceu no Fórum Tabelião Otávio Gomes de Castro em Parnamirim, região metropolitana de Natal. Dois policiais da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa – DHPP, foram os primeiros a serem ouvidos ainda pela manhã. Em seguida, Valéria Felizardo e o padrasto de Anália. Após o intervalo do almoço foram ouvidas as o pai da jovem e uma tia. Pouco depois, as testemunhas de acusação e defesa. O réu foi ouvido no final da tarde e confessou ter assassinado a mulher a golpes de faca.
Durante o depoimento, Josué Viana disse ter descoberto que a companheira mantinha um relacionamento extraconjugal, por isso praticou o crime. Além disso, afirmou ainda que após golpear a vítima com vinte facadas foi tomar banho. Segundo Valéria Felizardo, mãe de Anália, “a minha filha nunca fez isso, ele está tentando denegrir a imagem dela”, afirmou a dona de casa.
O Crime
O crime aconteceu na madrugada do dia 24 de abril de 2024, na residência do casal, no bairro Santa Tereza em Parnamirim.
O corpo da jovem foi encontrado por sua mãe, Valéria Felizardo, em um dos quartos da casa onde morava. Em depoimento, Valéria relembrou o momento em que encontrou a filha já sem vida. “Quando abri a porta do quarto, vi um cenário de terror. O ventilador estava ligado, a porta fechada, e minha filha estava de bruços, vestindo apenas uma camisa, toda esfaqueada. A maioria das facadas foi na garganta, para que ela não gritasse”, relatou emocionada.
O suspeito foi preso dias depois e confessou o crime. Nesta segunda-feira (31), pouco mais de onze meses após o assassinato Josué Viana sentou no banco dos reús e após receber a sentença foi encaminhado para uma unidade prisional do Estado onde segue a disposição da justiça.














































